Quando você para de se movimentar e não está em busca de novos meios e maneiras para buscar esse movimento, muito provavelmente está morto. Morto, de certa forma, embora vivo. É o que me faz buscar aplicar técnicas diferentes, ler livros com estruturas fora do comum, escrever pelo avesso. A ousadia não me é particular como pessoa. Penso muito, a consciência pesa, o filtro perpassa por quase tudo. Então, ao me conceder essas experimentações na escrita, me concedo um pouco o que eu não tenho, para além dela. O fluxo de consciência é uma busca, aparentemente, recente, mas é uma busca que aparece lá. Lá atrás. Embora a intensidade do interesse tenha ocorrido quando descobri um nome pra ele. Por que tenho facilidade de escrever? Em qualquer lugar, espaço e contexto? Eu deixo que a escrita aconteça. É um dos meus poucos luxos totalmente livres. Aqui está ela, acontecendo. Não a controlo, não filtro, nunca sei aonde vai chegar. Aqui está ela e é isso. Apenas isso. Que bom.
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